terça-feira, março 11, 2014

Diário de Bordo: Nepal

Eu raramente pesquiso muito sobre um lugar antes de viajar. Não é por preguiça.. Ok, talvez seja um pouco.. mas é também uma forma de tentar me surpreender com o que eu possa encontrar por lá.
Só que quando meu destino já é uma surpresa por si próprio, e a atendente da TIM faz uma careta de "wtf" quando eu digo "Eu vou pro Nepal, preciso habilitar meu celular", pensei: cara, não custa nada dar uma olhadinha no que o google tem a dizer, né?

Pois é... Eu vou pro Nepal! Como me formei no início desse ano, resolvi usar o resto do semestre para viajar sozinha. Daqui a 3 dias deixo minha cidade, e minha primeira parada é em Catmandu, a capital nepalesa. O Nepal fica ali na Ásia, pertinho da Índia. Vou participar de um programa de trabalho voluntário em uma comunidade rural (explico melhor quando chegar lá). Sei que você está querendo me perguntar algo, e minha resposta é: não.. não sei porque escolhi o Nepal. Mas ir pra lá just feels right...

Pesquisando mais sobre o país, já dei de cara com uma notícia ruim: um avião pegou fogo lá neste domingo. Bad timing, hein? Mas ignorando as notícias ruins, eis o que descobri:

1- O Nepal é conhecido como o Teto do Mundo, porque 10 das 15 maiores montanhas mais altas do mundo estão lá, inclusive o Monte Everest

2- Lá existem mais de 100 etnias e idiomas, mas o oficial é o ~nepalês~
3- A bandeira nacional é a única no mundo que não tem forma quadrilátera

4- é o segundo país menos desenvolvido da Ásia, economicamente e socialmente
5- a alimentação básica deles é composta de arroz e lentilhas (inclusive 90% da população vive da agricultura, especialmente do cultivo de arroz)
6- é o país em que Buda nasceu

7- a maior parte das casas é feita de bambu

8- em termos religiosos, 80% dos nepaleses sao hindus, e 10% budistas e o restante se divide em muçulmanos e cristãos
9- casamentos aos 6 ou 7 anos de idade ainda sao comuns nas zonas rurais do Nepal
10- é um dos poucos lugares do mundo em que existe a poliandria, sistema em que uma mulher pode casar com mais de um homem
11- o turismo ajuda muito na economia local, já que o país recebe cerca de 500.000 turistas por ano
12- a permissao do governo para você escalar o Everest custa entre 10mil e 25 mil dólares
13- no final de 2007 houve a abolicao da monarquia, e o país passou a ser uma república, governada pelo partido comunista unificado do nepal.
14- sabado é o dia oficial do descanso
15- em Catmandu, há um altar dedicado ao dente dolorido, onde milhares de moedas pregadas ajudam a resolver males odontológicos.
16- é uma sociedade de pessoas muito tranquilas e alegres, sem grandes índices de violência, mas mesmo assim, é bom ficar de olho nas bolsas (mas ter atenção é a regra no mundo inteiro né?)


É isso! O resto pretendo descobrir junto com vocês!

sexta-feira, dezembro 13, 2013

Nossas Estações (ou Saldo de Dezembro)

Apesar de um ano ter quatro estações, eu diria que nós, seres humanos, temos 365. A cada dia estamos mudando, mesmo que de forma imperceptível. Nossas cores e temperaturas permanecem as mesmas, mas dia após dia nos tornamos diferentes. No interior e no exterior. Aprendemos com nossas dores, nossos acertos, e com as dores e acertos dos outros. E é principalmente quando dezembro chega que nós finalmente sentamos, suspiramos e nos damos contas de quantas folhas precisamos perder, quanto frio precisamos passar, como o calor do sol deixou aquecidos e quantas lindas flores e frutos nasceram na gente.

terça-feira, novembro 26, 2013

"LIÇÕES DA HISTÓRIA PARA UMA VIDA MELHOR"

TEMPO.

"Saber que horas são é uma droga, e a maioria de nós é viciada nisso. Se você esquecer seu relógio em casa por acidente, talvez comece a perceber a freqüência com que lança um olhar para o pulso ao longo do dia. Não saber a hora nos deixa ansiosos e frustrados.

Estamos constantemente nos apressando para poupar tempo, mas não há bancos onde depositar aquilo que economizamos. Criamos nossa obsessão com o tempo e estamos agrilhoados por correntes que nós mesmos fabricamos. Precisamos fazer muito mais do que "administrar" o tempo. A história oferece ideias que nos ajudam a resistir à tirania do relógio. 

Nossa cultura ocidental é dominada por uma noção linear do tempo: a flecha vem do passado, atravessa o presente e ruma para o futuro. Temos uma clara incapacidade de nos localizar no presente e experimentar o agora. Desenvolvemos até o notável hábito de equiparar "estar ocupado" - sem tempo - a ser bem sucedido. Diminuir a velocidade, ao que parece, tornou-se um luxo reservado sobretudo aos ricos ociosos e aos que vivem em países como a Indonésia, onde o ritmo de vida é muito mais lento.

Na ilha de Bali, tem-se uma concepção cíclica do tempo. O calendário, chamado Pawukon, compreende uma série de rodas dentro de rodas, determinando quais dias tem um significado ritual específico. Assim, a principal finalidade não indicar que dia é, mas sim que tipo de dia é. O tempo balinês se divide em dois tipos: dias cheios, em que alguma coisa de importância acontece, e dias vazios, em que não acontece grande coisa. Se você pergunta para um balinês quando ele nasceu, é bem provável que ele responda com algo equivalente a "numa quinta feira". O momento é mais significativo que o ano.

A maioria de nós compreende as virtudes de avançar mais devagar, de dedicar mais tempo para visitar os amigos, brincar com os filhos, contemplar um belo pôr do sol, saborear uma refeição deliciosa ou desenvolver uma reflexão. Mas nos parece dificílimo fazer isso. Nossa cultura da alta velocidade de prazos finais, mensagens instantâneas e lanches rápidos dificilmente o permite.


Por que nos parece tão difícil ir mais devagar? Podemos em parte, ser herdeiros de uma ética que nos encoraja a acreditar que o tempo deve ser usado sempre de "maneira produtiva e eficiente". Sentimos que deveríamos estar completando tarefas, riscando-as de uma lista. Mas é possível que muitos de nós sejamos impelidos pelo medo. Temos tanto medo de ter horas mais longas, vazias, que as enchemos de distrações, esforçamo-nos para nos manter ocupados. De certa forma, tememos o tédio. Uma explicação mais profunda é que temos medo de que uma pausa prolongada nos dê tempo para perceber que nossas vidas não estão exatamente como gostaríamos. O tempo para contemplação tornou-se objeto de medo. 

Temos uma concepção extraordinariamente estreita do que constitui o "agora". Que tal expandir nossa ideia do presente para um "longo agora", em que o agora abrange milhares de anos? Esconder seu relógio numa caixa de sapatos por uma semana é um experimento que vale a pena."


Roman Krznaric

sábado, outubro 19, 2013

Walt Whitman

"Escuta, não dou lições nem esmolas, quando eu me dou, é por inteiro."

terça-feira, outubro 15, 2013

CLUBE DO LIVRO




Eu e uns amigos estamos fundando um Clube do Livro! Vamos escolher um título por mês, ler, e nos reunir para discuti-lo juntos, darmos nossas opiniões, e interagir acerca dos temas dos títulos escolhidos. E já que o número de interessados cresceu bastante, estamos convidando a todos que quiserem participar também!

A primeira reunião vai acontecer em 14 de Novembro, às 20hrs no Clube do cond Jardim das Américas, na Ponta Negra.

O primeiro livro escolhido foi "Cidade de Papel", do John Green, que pode ser comprado na Saraiva. 
Basta ler e aparecer no dia da reunião para participar, lá vamos escolher o próximo (provavelmente de um autor brasileiro), e daí segue em diante. 

Qualquer dúvida é só falar no e-mail bruna_chixaro@hotmail.com, ou pelo facebook.

sexta-feira, agosto 09, 2013

Dalai Lama

"Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver."

quinta-feira, agosto 08, 2013

Eat, Pray, Love

Antônio de Pádua, certa vez, escreveu sobre quando foi para o deserto fazer um retiro de silêncio e foi acometido por todo tipo de visão - tanto demônios quanto anjos. Disse que, em sua solidão, algumas vezes encontrou demônios que pareciam anjos, e outras vezes encontrou anjos que pareciam demônios. Quando lhe perguntaram como ele sabia a diferença, ele respondeu que só se pode dizer quem é quem com base na sensação que se tem depois que a criatura for embora. 
Se você ficar arrasado, disse ele, então foi um demônio que veio visitá-lo. 
Se você se sentir mais leve, foi um anjo.

Fé x Tradições

"Os indianos repetem uma fábula de alerta sobre um grande santo que estava sempre cercado, em seu ashram, por devotos leais. Durante horas por dia, o santo e seus seguidores meditavam sobre Deus. O único problema era que o santo tinha um gato jovem, uma criatura irritante, que costumava atravessar o templo miando, ronronando e incomodando todo mundo durante a meditação. Então o santo, com toda sua sabedoria prática, ordenou que o gato fosse amarrado a um poste do lado de fora durante algumas horas por dia, apenas enquanto durasse a meditação, para não incomodar ninguém.

Isso se tornou um hábito - amarrar o gato ao poste e, em seguida, meditar sobre Deus - mas, com o passar dos anos, o hábito se consolidou, transformando-se em um ritual religioso. Ninguém conseguia meditar a menos que o gato fosse amarrado ao poste primeiro. Então, um dia, o gato morreu. Os discípulos do santo entraram em pânico. Foi uma enorme crise religiosa - como poderiam meditar agora sem um gato para amarrar no poste? Como conseguiriam alcançar Deus? Em suas mentes, o gato tornara-se o meio.

Tomem muito cuidado, alerta essa história, para não se tornarem obcecados demais com o ritual religioso por si só. Sobretudo neste mundo dividido, onde o talibã e cristãos seguem travando sua guerra internacional de patentes para resolver quem detém os direitos em relação à palavra Deus, e quem tem os rituais adequados para alcançar esse Deus, pode ser útil lembrar que amarrar o gato ao poste nunca levou ninguém à transcendência, mas sim o desejo individual constante de um discípulo de vivenciar a eterna compaixão do divino. A flexibilidade é tão essencial para a divindade quanto a disciplina."

Elizabeth Gilbert

Ana Bolena e a Reforma Protestante

Aos 17 anos, usei esse mesmo blog para escrever sobre a história de uma rainha inglesa cuja história eu muito admirava. Eu estava obcecada com os muitos livros que eu resolvi ler sobre a corte Tudor, e o trágico fim de Ana Bolena. Então a empolgação foi tanta, que resolvi passar meu texto para o word. Anos depois, tive a imensa sorte de conseguir publicar aquele projetinho que fiz com tanto carinho!  

Originalmente intitulado Ana Bolena e a Reforma Protestante, escrevi sobre a história de uma mulher petulante, inteligentíssima, com grandes habilidades políticas, literárias, e filosóficas. Foi personagem principal na história que mudaria para sempre os caminhos da religião (e da política) na Inglaterra. Usando nada além de charme feminino, ela fez com que um rei abandonasse sua esposa, e rompesse com a igreja mais poderosa da Europa, criando assim sua própria instituição religiosa: A Igreja Anglicana. Esse acontecimento foi tão impressionante, que fez com que os cofres do reino ficassem cheios, permitindo novos investimentos, como, por exemplo, o fortalecimento da frota marítima. Isso resultaria, anos depois, na conquista do Novo Mundo, conhecido por nós atualmente como América. Tudo isso porque um rei se apaixonou por outra mulher...

A Reforma Protestante, movimento surgido pela a indignação das pessoas quanto à situação vergonhosa da Igreja Católica, resultou na criação de Igrejas Protestantes, e no enfraquecimento do poder do Vaticano. Esse desligamento deu lugar à novas formas de pensar, de agir, novos costumes e mudanças significativas na forma de exercer a fé: por exemplo, as pessoas passaram a poder ler a Bíblia em inglês (antes ela só podia ser escrita em latim... idioma que quase ninguém sabia ler).

Quando o casamento com Ana Bolena frustrou a vontade do rei de ter um filho menino, o rei Henrique condenou sua esposa por acusações de bruxaria e adultério. Aos 36 anos, Ana Bolena foi decapitada. Mal Henrique sabia que sua filha Elizabeth seria, anos depois, a maior monarca absolutista da história britânica.

As razões que me levaram a escrever sobre esse tema foram duas: Eu queria poder dar meu ponto de vista, depois de tanta coisa que tinha lido sobre a corte Tudor. E queria mostrar o quanto é impressionante que uma mulher, a tanto tempo atrás, tenha mudado, mesmo que acidentalmente, o cenário de um país.

Tentei inserir também características dos reinos europeus naquele período. Costumes, roupas, comidas... Tudo foi devidamente pesquisado, e tentei passar da maneira mais simples possível. Sou da opinião que a melhor forma de aprender algo sobre uma pessoa, é aprendendo sobre onde e quando ela viveu.

Com ajuda da editora Valer, e da minha amiga ilustradora Irena Freitas, criamos então o livrinho que ficou conhecido apenas como "Ana Bolena". Pode ser encontrado na livraria Valer, no centro de Manaus. Sou imensamente agradecida a todos os familiares e amigos que me incentivaram a escrever essa história. Por mais bobas que pareçam ser nossas idéias e vontades, temos que ter a coragem de realizá-las. É isso que nos mantém vivos: se divertir fazendo o que se gosta. Deixar um pedacinho de nós por onde passamos. Falar o que pensamos, mesmo que seja através da escrita, da música, da poesia, ou mesmo de um blog...

Afinal de contas, quem é que nunca quis dar sua própria versão dos fatos?




quarta-feira, agosto 07, 2013

Coloquei-te no Centro do Mundo

Hoje eu estava fazendo um trabalho de faculdade sobre a UNESCO, e encontrei um artigo da diretora-geral, Irina Bokova, chamado "O Novo Humanismo do Século XXI". 
Confesso que fiquei com um pouco de preguiça de ler tudo, mas foi escrito de uma forma tão simples e envolvente, que quando você se dá conta, já está na última página. Dentre as novas formas de interação das sociedades atuais, ela destaca a importância do envolvimento cultural e artístico que une a humanidade. Um dos trechos citados por ela me chamou a atenção:


“Disse Deus ao homem: coloquei-te no centro do mundo, para que possas olhar à tua volta, e ver o que o mundo contém. Não te fiz celestial nem terreno, mortal nem imortal, puderas tu próprio escolher o teu caminho. Pela tua vontade poderás tornar-te um bruto irracional ou podes alcançar uma elevada perfeição, quase divina" A Dignidade do Homem - Picco della Mirandolla.



Curiosa, fui pesquisar mais sobre esse autor. Picco della Mirandolla era um filósofo italiano nascido na época do Renascimento europeu. Em seus textos, ele buscou unir religião e filosofia, a beleza impecável do divino em união com a beleza das imperfeições humanas, a busca do mortal em tornar-se imortal através de suas obras. Isso foi um pensamento bem ousado para uma época em que o teocentrismo ainda dominava a cabeça de todos. A história dele é até bem bonita!



E hoje, se podemos ter a certeza de algo, é exatamente isso. Independentemente de onde nascemos, de onde crescemos, dos idiomas que falamos, das crenças e culturas que adotamos, todos nós, nos quatro cantos do mundo, temos uma única coisinha em comum: nossa própria condição - mesmo frágil e por vezes caótica - de seres humanos.


http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001897/189775e.pdf - Neste link é possível ler o artigo. Recomendo demais! :)


segunda-feira, junho 18, 2012

Seleção Natural


Não é só a natureza que tem seus mecanismos de seleção natural. O destino também se encarrega, através de processos dolorosos ou não, de selecionar as pessoas que permanecem e as que logo saem da sua vida. 

Quer dizer, não sei bem se é o destino ou se é consequência das nossas próprias escolhas e vontades, mas o fato é que o tempo sempre se encarrega de mostrar quem fica e quem sai. E, se você esperar pacientemente, vai ver que o próprio tempo esclarece as devidas razões pra todas as despedidas.

quinta-feira, novembro 24, 2011

Via @Limebar

"Daí eu comecei a pensar: Estaríamos tão acostumados com relacionamentos complicados, com gente complicada, tão cheia de carga emocional que a gente tem que aprender a carregar por tabela, que quando finalmente nos deparamos com um namoro tranquilo, seguro e maduro tendemos a achar que tem algo errado?" André Barbosa

terça-feira, novembro 08, 2011

O Direito de Aprender Direito

Desde pequenininhos, aprendemos gramática para sabermos como nos comunicar. Aprendemos geografia para entender o ambiente em que vivemos. Aprendemos História para compreender o porque do mundo ser como é. Além disso, aprendemos a ler, a contar, a escrever textos, a resolver enormes equações matemáticas e a nos preparar para o vestibular. E que tal se, além de preparados para passar numa prova, fossemos preparado para ser cidadãos?

Desde o ensino médio, as escolas deviam ter Direito como matéria da grade. Não um estudo completo de todas as legislações, claro, mas pelo menos aquelas noções fundamentais. E quem sabe, até mesmo um pouco de organização política brasileira.

As pessoas saberiam respeitar melhor o direito dos outros, e defender o seu próprio. Cumpririam seus deveres, e cobrariam mais os deveres daqueles que as representam. Entenderiam por que escolher seu candidato a deputado é tão importante quanto escolher um governador. Saberiam que não socorrer uma pessoa em necessidade é crime, e que deixar de pagar pensão alimentícia dá cadeia. Estariam, enfim, mais preparadas para conviver umas com as outras.

Participar da gestão da sociedade em que vivemos é o mínimo que devíamos fazer. Aliás, é o mínimo que devíamos saber como fazer. Se é pra reclamar dos nossos políticos, que seja com a consciência de que você participou na hora da escolha. Se é pra cobrar dos outros, que seja sabendo que seu direito começa onde o do outro termina. Acho que essas coisas são tão importantes na vida de uma pessoa quanto resolver uma equação matemática, não? Ou quem sabe até mais.

sexta-feira, novembro 04, 2011

Eat, Pray, Love

Existe muito do seu destino que você não pode controlar, mas as outras coisas são consequencias das suas ações. Você pode escolher como ocupar seu tempo, com quem interagir, com quem dividir seu corpo, vida e energia. Você pode selecionar o que ler, o que comer e o que estudar. Você pode escolher se vai enxergar as mudanças de forma positiva ou negativa. Você pode escolher suas palavras, e o tom de voz com a qual você as fala. E mais que isso, você pode escolher seus pensamentos. 

Suas emoções são escravas do seu pensamento, e você é escravo das suas emoções.

quinta-feira, outubro 27, 2011

What Dawson`s Creek Teached Me

O segundo beijo é sempre mais complicado que o primeiro. O primeiro é instinto, acontece por vontade e atração entre duas pessoas. Mas o segundo beijo é consciente. Você já teve tempo para pensar e "super analisar" a situação. A maioria das pessoas prefere o primeiro beijo, porque as deixa com a cabeça nas nuvens. Mas, particularmente, eu prefiro o segundo, porque sempre tem um significado maior...

Hapiness

Felicidade é relativa. Não tem nome, endereço, cor, cheiro, nada! Aparece para cada um de nós de forma diferente, em momentos diferentes e exatamente do jeitinho que precisamos.

segunda-feira, março 14, 2011

The Heart

A heart is a fragile thing. That's why we protect them so vigorously, give them away so rarely and why it means so much when we do.